Projeto de Leitura – 2º ano

Com o objetivo de aprofundar no aluno o gosto pela leitura e contribuir de forma significativa em sua formação, o projeto de leitura tem resultado momentos de muita aprendizagem.

Durante o mês de abril que é rico em comemorações e aproveitando o dia 19 de abril, dia do Índio, as turminhas do 2ºano A e B trabalharam o livro “O curumim que virou gigante”, resgatando assim, a cultura indígena.

Nesta obra, o autor Joel Rufino dos Santos conduz a criança para o mundo das lendas, crenças e fantasias de um indiozinho cheio de sonhos e encantos.

Durante o desenvolvimento do projeto as crianças conheceram  a vida do autor e suas obras. Conheceram também um breve vocabulário indígena; os principais povos que favoreceram na formação do povo brasileiro; a cultura indígena; riquezas da fauna e flora e se encantaram com o complexo denominado de “O Gigante Adormecido na Baía de Guanabara” (Rio de Janeiro), relacionando-o com a personagem Tarumã.

Participaram também da oficina realizada em parceria coma a sala de leitura, confeccionaram lindos colares indígenas utilizando barbante e macarrão.

Vale a pena conferir:

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Projeto de leitura – 5ºB: O menino que vendia palavras.

O livro “O menino que vendia palavras” de Ignácio de Loyola Brandão tem como protagonista  um menino que tem muito orgulho de seu pai, um homem culto, inteligente e que conhece as palavras como ninguém.  O menino, sempre com um humor leve e envolvente, descobre como é importante conhecer as palavras, pois assim ele vai saber conversar, orientar as pessoas, explicar suas ideias e sentimentos, desempenhar melhor suas tarefas, progredir na vida e entender todas as histórias que lê. E, assim, vai aprendendo essas e outras lições valiosas e percebendo com seu pai o quanto a leitura é necessária, pois quanto mais palavras você conhece e usa, mais fácil e interessante fica a sua vida.

Durante o projeto trabalhamos a significação e origem das palavras; brincamos de forma descontraída de “soletrando”; estudamos a fonética…

Além disso, os alunos pesquisaram contos de fada citadados na obra, como João e Maria, João e o pé de feijão e outros.

A leitura do livro também ajudou aos alunos a compreenderem melhor o conceito de Bullying, a respeitar mais as pessoas e conhecer os sentimentos negativos que rodeiam a amizade. Estimulando o respeito e a amizade entre a turma.

Já na sala de leitura, a bibliotecária Andréia, enriqueceu o nosso projeto contando a história do livro complementar “Voando com os pássaros”  de Rosicler Grudzien e para finalizar confeccionamos um dicionário coletivo do 5º ano B.

 

Já estou com saudades! Profª Emiliane

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Projeto de leitura 5º ano B: O BORDADO ENCANTADO

O projeto de leitura teve como resultado momentos de muita aprendizagem.

A história do livro O Bordado Encantado de PERROTTI, Edmir, trata-se de uma história emocionante e maravilhosa que encantou todos os alunos. É a história de uma “pobre viúva” que ganha a vida fazendo bordados, vendidos no mercado. Para sustentar os filhos, bordava pedaços de seda e vendia-os no mercado da aldeia vizinha. Apesar da vida triste, a pobre mulher jamais se queixava. Dia após dia, bordava resignadamente. Um dia, porém, a beleza de um bordado extraordinário mudaria sua vida para sempre…

Nas aulas de informática, os alunos tiveram a oportunidade de pesquisarem sobre a vida de algumas bordadeiras e conhecer vários tipos de bordados existentes.

Além disso,  a contadora de história Andréia, na sala de leitura, enolveu os alunos com lindíssimas histórias complementares: “A moça teçelã” e  ”O avental que o vento leva”.

Durante o projeto alguns alunos trouxeram bordados de seus familiares para a turma conhecer, onde ficou claro o entusiasmo e a participação dos alunos.

Conversamos sobre viuvez, a responsabilidade materna, analisamos a postura e o comportamento dos três filhos da viúva.

Para finalizar, os alunos colocaram a mão na agulha e aprenderam a bordar em tecido xadrez. Crianças parabéns! Os bordados ficaram um encanto!

Um abraço e até o próximo livro! Profª. Emiliane

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Projeto de Leitura – 3º ano A

As melhores histórias em quadrinhos do

Sítio do Picapau Amarelo

                                                               Monteiro Lobato

 

Durante o último bimestre trabalhamos com o livro do Monteiro Lobato desenvolvendo atividades de histórias em quadrinhos em parceria com a Sala de leitura.

As atividades desenvolvidas e trabalhadas tiveram como textos complementares: “A bondosa” – Smilinguido (Histórias de formigas), cenas do filme “Tempos modernos”, de Charles Chaplin retirado do youtube e imagens (fonte: jornal Estadinho / O Estadão).

Os alunos puderam criar suas próprias histórias a partir de quadrinhos animados, descrever o que acontecia em outros quadrinhos e também escolheram uma das histórias da texto básico e reescrevê-la mudando seu final. Gostaram muito deste livro, primeiro por se tratar de um livro exclusivamente com histórias em quadrinhos e segundo porque as histórias citadas no livro já eram conhecidas das crianças e as personagens do Sítio do Picapau Amarelo entravam nas histórias e participavam ajudando os outros personagens.

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Profª. Renatinha

Projeto de Leitura “Lé com cré”

Durante o mês de novembro, as turminhas se dedicaram com muito envolvimento nas atividades do último livro trabalhado do Projeto de Leitura. A obra trabalhada foi “Lé com cré” de José Paulo Paes. Um livro atraente, com muitas poesias, rimas… As crianças adoraram brincar com as palavras, construir  poesias, acrósticos e muito mais…Em parceria com a Sala de leitura, participaram da brincadeira do “Baú de poesias”, onde cada um tirava de dentro do baú um objeto e em seguida tinham que criar uma poesia para o mesmo. Ouviram também temas complementares como “A lua e a bola” de Alexandre Azevedo. Valeu a pena! Confira as fotos.

 

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E aí, gostaram?

Até a próxima!

Beijos.

Profª Chris

A festa do Divino


A Festa do Divino é realizada sete semanas depois do Domingo de Páscoa, no dia de Pentecostes, para comemorar a descida do Espírito Santo sobre os doze apóstolos. Mas essa tradicional festa do folclore brasileiro é uma mistura de manifestações religiosas e profanas – isto é, sem caráter sagrado.

A História da Festa do Divino

A origem da Festa do Divino se encontra em Portugal do século 14, com uma celebração estabelecida pela rainha Isabel (1271-1336) por ocasião da construção da igreja do Espírito Santo, na cidade de Alenquer. A devoção se difundiu rapidamente e tornou-se uma das mais intensas e populares em Portugal.

 

A Festa do Divino atual

A tradição da Festa do Divino se mantém viva ainda hoje em vários Estadosbrasileiros. Em Pirenópolis, Goiás, ela é uma mescla de várias manifestações folclóricas. Além das cavalhadas, representando as batalhas entre mouros e cristãos, há a alvorada, os mascarados e representação teatral. Na parte religiosa da festa, há novenas, missas e procissões.

Em Alcântara, no Maranhão, a tradição do Divino é revivida com a presença de cerca de 100 mil pessoas. Além da corte imperial, os participantes representam personagens do Brasil colonial. Pela tradição, o imperador prende alguém antes da festa, acusando-o de provocar desordem. Durante os festejos, ocorrem o levantamento de mastro, missas e cortejo.

Em São Lourenço do Sul, no Rio Grande do Sul, a festa veio com os colonizadores luso-açorianos. Como em outras cidades, há novenas, baile, procissão, apresentações artísticas e a missa matinal com a bênção dos alimentos.

Em Diamantina, Minas Gerais, os festejos incluem cortejo com participantes em trajes de época do império, alvorada, missa e espetáculo de fogos de artifício. Em vários municípios da Bahia, as comemorações se estendem por dez dias, em fins de maio, com desfecho no domingo de Pentecostes.

 

A festa do boi

O bumba-meu-bio é um folguedo brasileiro, típico da região nordeste do Brasil. Teve início no século XVIII, misturando aspectos das culturas portuguesa, negra e indígena.

Esta festa folclórica ocorre nas ruas do mês de novembro até 6 de janeiro (noite de reis).

Ela consiste numa dança acompanhada por música regional, onde um homem vestido de boi faz várias coreografias. Ao redor do boi aparecem vários personagens típicos do século: vigário, cobrador de impostos, escravo fugitivo, boiadeiro, capitão do mato e o valentão.

Durante a dança, o boi é morto, sendo logo em seguida ressuscitado por um puxão no rabo e volta a dançar. Na dança o boi abaixa e levanta a cabeça, dançando de forma desorientada, sobre os outros personagens.

Esta manifestação do folclore brasileiro é uma das mais populares do do nosso país. É também conhecida como boi bumba, boi pintadinho ou simplesmente bumba.

Curiosidade:

- As mulheres não participam ativamente da festa do bumba-meu-bio. Porém, elas assistem, e algumas vezes ajudam na organização.

 

PROJETO DE LEITURA – NA VENDA TEM

PROJETO DE LEITURA

NA VENDA TEM

3º ANO A

Depois de realizar a leitura coletiva da obra em sala, pedi aos alunos que reproduzissem o desenho da venda no caderno, explorando os detalhes como se eles fossem o ilustrador que produz a capa do livro; foi proposto também que as crianças dialogassem com os pais e avós e trouxessem alguma receita culinária feita a partir de algum alimento comercializado na venda do livro.

A educadora solicitou que os alunos estivessem com os livros em mãos para que pudessem observar os produtos comercializados na venda citada na obra, a partir deste momento começamos a listar os produtos na lousa e depois montamos uma tabela de classificação. É importante ressaltar que listamos os produtos que mais chamaram a atenção das crianças.

Extraímos do livro palavras e expressões que eles desconheciam ou não sabiam o significado para que pudéssemos registrá-las na lousa. Em um segundo momento os alunos buscaram no dicionário o significado das palavras e registramos no caderno. Já as expressões popularmente faladas pelas pessoas; a educadora deixou que os alunos levantassem suas hipóteses e a partir daí começou explicá-las.

Foi realizada em parceria com as aulas de informática uma pesquisa, onde os alunos puderam conhecer um pouco do trabalho realizado por um comerciante e também realizado por um cozinheiro.

A participação e interação dos alunos nas atividades propostas foram muito significativas, pois mostravam-se interessados e entusiasmados. Nas atividades 1 e 2 acharam interessante algumas expressões populares citadas no livro, assim como algumas palavras que dão nome a produtos que eles desconheciam. A atividade 3 foi muito divertida e espontânea e a atividade 4 puderam perceber os afazeres de duas profissões muito conhecidas.

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Profª. Renatinha

A VACA VOADORA, Edy Lima

Lalau, menino de seis anos mora com suas tias gêmeas porém muito diferentes. Maria Cristina, tia Maricotinha e Cristina Maria, tia Quiquinha.  Viviam na maior tranquilidade, dia após dia, até o dia em que apareceu um homem estranho na porta da casa, ele trazia uma vaca na capota do carro. Lalau ficou abismado, era o tio Gumercindo trazendo um agrado para as tias de Lalau. O menino não conhecia este tio. Tio Gumercindo era um homem divertido com muitos casos para contar. Os três relembraram os velhos tempos. Quanto à vaca, ela é muito estranha, tenta entrar em casa e fica muito inquieta, parece querer participar da conversa. Ela incomoda tanto que eles resolvem colocá-la dentro de casa. Ora, ela não passa pela porta que é estreita para ela. Tia Quiquinha, a alquimista, fazia até ovos de ouro e resolveu fazer um elixir de levitar. E não é que deu certo! Lalau acabou montando a vaca e tio Gumercindo com as tias acenavam para o menino que levitava com a vaca. Enquanto voavam, a imaginação do garoto também viajava. O problema foi quando o combustível, digo, o efeito do elixir acabou. E o medo de cair no lugar errado? O medo de não voltar para a casa. Enquanto Lalau viajava com a vaca, os tios ficaram apreensivos, depois em pânico, Os vizinhos quando avistaram aquela dupla inusitada no ar, ficaram alvoroçados.Depois que a vaca aterrissou, ela provocou uma tragédia. Parecia estar faminta depois daquela experiência fantástica, comeu o retrato de Aniceta, paixão da juventude de tio Gumercindo (já falecida). E não param por aí a saga da vaca voadora na casa de Lalau. Passeiam na narrativa desta aventura uma ambulância, enfermeiros, engenheiros, uma pata que bota ovos de ouro… Tudo para tentar colocar a bendita vaca dentro da casa.

 

Para enriquecer esta história fantástica os alunos do 4º ano B no 3º bimestre conheceram a fábula “A galinha dos ovos de ouro”;  ouviram e cantaram a música “A Vaca Voadora de Sandrinha”; foram a informática e visitaram sites de ciências para crianças; estudaram e trouxeram para a sala de aula fotos e objetos sobre o conceito de moderno x antigo e para finalizar assistiram ao filme ” Nem que a vaca tussa”, onde riram divertiram-se e comeram guloseimas durante o decorrer do filme.Confira as fotos:

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Beijos e até a próxima!

Professora: Emiliane

NOSSA RUA TEM UM PROBLEMA, Ricardo Azevedo

Um livro diferente, que mostra, em forma de diário, como meninas e meninos podem ver o mundo de formas diversas.

 

“Traz duas capas que, embora anunciem o mesmo título, têm ilustrações diferentes e introduzem dois diários: o de Clarabel de um lado e o de Zuza, de outro. Cada um destes personagens narradores conta os mesmos fatos acontecidos no dia-a-dia dos moradores da  rua, vistos de pontos de vista diferentes. Zuza fala de como os meninos que batem bola e brincam na rua conseguem, aos poucos, cativar a família de Chico, moradora recente do local. Clarabel, irmã de Chico, conta, a seu modo, como o irmão consegue ser aceito pela garotada da rua. Texto bem estruturado, inteligente e sensível, que fala de um tema importante: as relações de poder entre adultos e crianças, a questão da autonomia infantil e do convívio com as diferenças.”

 

Várias atividades foram realizadas a partir da leitura do livro. Os alunos observaram os arredores da escola e puderam refletir sobre os problemas encontrados nas ruas e na praça que fica em frente ao Colégio. Fizeram uma campanha para solucionar um dos maiores problemas encontrados: os lixos jogados em lugares impróprios – nas ruas e na praça. Entrevistaram os vizinhos para verificarem opiniões dos moradores sobre os problemas da rua. Além disso confeccionaram uma maquete dos arredores do Colégio  e  para finalizar brincamos no pátio da escola com brincadeiras de rua. Eles adoraram  compartilhar com os amigos as brincadeiras que já conheciam e aprender novas brincadeiras!

Confira as fotos:

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Beijos e continuem preservando e cuidando com muito carinho do ambiente! Professora: Emiliane

 

Agrotóxico

Na tentativa de defender a agricultura contra pragas que atacam as plantações, os agrotóxicos foram criados.
Agrotóxico é um produto usado para exterminar pragas ou doenças que causam danos às plantações. Existem diversos tipos de agrotóxicos que agem sobre plantas daninhas e insetos. Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de seres nocivos, sem estragar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem alguns cuidados durante o uso ou extrapolarem no tempo de ação dos agrotóxicos, eles podem afetar o ambiente e a saúde.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos causa a degradação dos recursos naturais como, solo, água, flora e fauna, em alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos.

Além de agredir o ambiente, a saúde também é afetada pelo excesso destas substâncias. Quando mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente. Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer. O perigo começa no próprio campo, com os agricultores que pulverizam os agrotóxicos nas lavouras. A exposição destes produtos de elevada toxidade sem a devida proteção pode ocasionar invalidez e até morte.

Alguns consumidores, não satisfeitos em consumir alimentos que possam conter resíduos tóxicos, estão exigindo a produção de alimentos fabricados e armazenados sem agrotóxicos. Os alimentos orgânicos – isentos de agrotóxicos – estão ganhando a atenção dos consumidores interessados neste assunto.

(Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/agrotoxicos-conheca-mais-sobre-eles-11-1-70-68.html)

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